Ruas do campus Cedeteg são nomeadas e ganham identificação

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Ruas do campus Cedeteg são nomeadas e ganham identificaçãoPublicado 8 de dezembro de 2015 | Por coorc As ruas serão identificadas por nomes de espécies de árvores.

As ruas serão identificadas por nomes de espécies de árvores.

A partir de agora, quem visitar o campus Cedeteg terá uma ajudinha para encontrar mais rápido o local que deseja. Isso porque as ruas da unidade universitária foram nomeadas e ganharam placas de identificação. De acordo com o diretor do campus, Juliano Tadeu Vilela de Resende, o principal objetivo dessa iniciativa é colaborar com a localização. “As pessoas chegam e perguntam onde fica determinado departamento e poderemos informar que fica na Rua das Cerejeiras ou na Rua dos Araçás. Isso vai ajudar as pessoas a se localizarem mais facilmente dentro do campus”, explica.

A ideia de nomeação das vias surgiu por meio do plano diretor. Depois de aprovado pelo Conselho do Campus (CadCam), ficou estabelecido que as ruas seriam identificadas por nomes de espécies de árvores, tanto nativas quanto exóticas, e que podem ser encontradas na área do Cedeteg. Dessa forma, as placas indicam as ruas dos Ipês, das Acácias, das Lavandas, dos Araçás, das Pitangueiras, dos Plátanos, das Cerejeiras e assim por diante. A colocação das placas de identificação foi possível por meio de um patrocínio dado pela empresa terceirizada do campus, que fez a doação das placas.

O campus também tem passado por um processo de embelezamento. Novos canteiros de flores foram plantados em diversos pontos da unidade, também com apoio da comunidade empresarial de Guarapuava. “Uma floricultura da cidade fez essa doação. Quando ela (floricultura) adquire esse material, não consegue repassar e as plantas atingem um estágio de desenvolvimento, faz a doação , e nós reaproveitamos para melhorar um pouco o paisagismo do campus Cedeteg”, conta Juliano.

A proposta de colocar nomes de espécies arbóreas nas ruas, além de facilitar a localização, também visa despertar a curiosidade de quem passa pelo local. “Se desenvolver um pouco a percepção da pessoa, ela vai conseguir correlacionar o que tem escrito na placa com a espécie que vai estar na sequência ou adjacente à placa. Então, de certa forma, além de informar geograficamente, traz também um informativo em termos de conhecimento da espécie”, finaliza o diretor.

Fonte: Unicentro – Coorc

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