Alunos de comunicação social participam de oficina de fotografia

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Alunos de comunicação social participam de oficina de fotografiaPublicado 7 de dezembro de 2015 | Por coorc

Olhar e ver, também, o invisível. Enxergar com outros olhos. Levar o olhar para além das atitudes do cotidiano. Esse foi o foco da oficina de fotografia, ministrada pela publicitária Angela Cleve, mostrar ao aluno as várias formas de ver, aguçando os outros sentidos, como explica o professor de Comunicação Social, Alexandre Lara. “Pensamos em trazer algo que não fosse tão técnico em relação à fotografia, já que vivemos em um ambiente com muitos aparatos tecnológicos, algo tão prático. Resolvemos trazer algo que trabalhasse os sentidos dos alunos ao olhar a subjetividade, aquilo que não é possível ver com os olhos mas sim com a alma”.

O workshop “Os sentidos da Fotografia” aconteceu na última terça-feira (2). Entre as atividades, os alunos ficaram vendados e o desafio era fotografar sem tirar as vendas. As atividades foram realizadas em dupla, e cada um, no seu tempo, escolhia o que queria fotografar.

A intenção da oficina era realmente mudar a perspectiva do olhar dos alunos, deslocar a visão original sobre as coisas, fazer com que o olhar para algo tão cotidiano, como um prédio da universidade, se transformasse em algo novo. Com isso, durante o processo, eles foram levados a utilizar e valorizar outros sentidos, como a audição, o tato e o olfato, como conta a aluna de publicidade e propaganda, Kauane Zampiva. ‘Primeiro eu senti que minha audição ficou mais aguçada, mas o que eu mais senti foi perder a noção de tempo e espaço, aí eu pedia para a guia me levar para tal lugar para fotografar tal coisa, então ela me levava e eu fazia o contato e fotografava. Gostei bastante, mas achei difícil no começo”.

A publicitaria Angela Cleve explicou que essa sintonia entre os sentidos e a utilização de todos ajuda no momento da criação. ‘A intenção é fazer ele entender que o processo criativo, começa dentro dele, hoje damos muita importância para os suportes tecnológicos, para os práticos e esquecemos desse que vem antes, a ideia surge na mente, surge na cabeça”, destacou.

Fonte: Unicentro – Coorc

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