“Privatização da Guerra”: especialistas debatem impactos nos direitos humanos

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Grupo de Trabalho das Nações Unidas sobre o uso de mercenários reunido nesta quinta-feira na sede da ONU; discutido também o papel de companhias privadas militares e de segurança.

Destruição na região de Donetsk, ao leste da Ucrânia. Foto: PMA/Abeer Etefa (arquivo)

Laura Gelbert, da Rádio ONU em Nova York.*

O Grupo de Trabalho das Nações Unidas sobre o uso de mercenários reuniu especialistas internacionais nesta quinta-feira na sede da ONU em Nova York.

Foi discutido como a "privatização da guerra" afeta os direitos humanos, ou seja, como companhias privadas militares e de segurança têm impacto no direito de auto-determinação.

Legislação

Segundo Patricia Arias, que é atualmente chefe do grupo, os especialistas observam o que "este impacto significa em termos de prestação de contas para violações de direitos humanos e reparação das vítimas".

Ela afirmou ainda que a regulamentação do setor é "chave" para garantir a prestação de contas. Arias declarou ainda que os especialistas vão estudar "todas as opções" para isso.

O grupo de trabalho vai apresentar seu último relatório sobre a questão ao Conselho de Direitos Humanos da ONU em setembro.

*Apresentação: Leda Letra.

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Fonte: Rádio ONU

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