Ciência da Computação da Unicentro é destaque em avaliação de qualidade

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Ciência da Computação é o melhor do Paraná e da região Sul e o terceiro melhor do Brasil, segundo o MEC.

Ciência da Computação é o melhor do Paraná e da região Sul e o terceiro melhor do Brasil, segundo o MEC.

De acordo com o último Índice Geral de Cursos (IGC), do Ministério da Educação (MEC), a Unicentro é a 25. melhor universidade brasileira, em um universo de 231 instituições de ensino superior avaliadas. Posição que evidencia o quanto a nossa universidade tem avançado nos últimos anos e se tornado referência em ensino superior de qualidade no Brasil.

No início desse ano, a divulgação de um outro instrumento de avaliação do MEC, o Conceito Preliminar de Cursos (CPC), reiterou a qualidade do ensino oferecido pela Unicentro. Entre os cursos apontados como referência está o de Ciência da Computação, que foi considerado o melhor do Paraná e, também, da região Sul do país. Já na lista que reúne todos os cursos de Ciência da Computação do país, garantiu a terceira colocação. Para a chefe do departamento de Ciência da Computação, professora Sandra Mara Venske, o bom resultado é o reconhecimento de um trabalho feito com muita dedicação. “Os esforços internos, que professores e alunos têm demonstrado, estão aparecendo agora para a sociedade. Significa que as metas que temos traçado internamente têm refletido, agora, em resultados fora da instituição”, destacou.

O CPC é calculado no ano seguinte ao da realização do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), que também funciona como um indicador de qualidade. Entre os aspectos avaliados para formar o Conceito Preliminar de Cursos estão o desempenho dos estudantes, o corpo docente, a infraestrutura e os recursos didático-pedagógicos.

O curso de Ciência da Computação é oferecido pela Unicentro desde 1995, inicialmente denominado de Análise de Sistemas. Em 2005, passou por uma reformulação que culminou na troca do nome. Em 2010, outras modificações foram feitas. O curso passou a ser semestral, houve aumento na carga horária e no número de vagas. Mas a principal mudança está na grade curricular do semestre final do curso. Sem disciplinas, o aluno passou a ter liberdade para buscar estágios, inclusive, em outras cidades. Outras mudanças também foram determinantes para garantir que a qualidade do curso fosse reconhecida. “Temos um número maior de professores agora. Nós contamos com 22 docentes, sendo que 80% deles são doutores e os outros são mestres. Os professores melhoraram muito suas publicações nesse período, seu trabalho e sua experiência nas disciplinas. Muitos professores também têm parcerias com outras universidades federais e estaduais. Então, isso tudo conta como experiência para o professor e reflete nos alunos”, ressaltou a professora Sandra Venske.

Todo o trabalho de formação é desenvolvido nas salas de aula e em quatro laboratórios didáticos. Além disso, a interação entre alunos e professores tem sido uma constante. Motivo que, para a acadêmica Jhennefer Lopes, também foi determinante para elevar a qualidade do curso. “É um trabalho que se constrói junto porque o professor tem paciência, ensina, dá incentivo e os alunos vão se dedicando cada vez mais, para aumentar a qualidade do curso”, disse.

Para o professor Richard Gonçalves, o comprometimento dos professores também foi um aspecto importante para a boa colocação do curso na avaliação do CPC. Isso porque, antes da realização da prova do Enade, os professores se dedicaram a preparar os alunos para fazer o exame. O departamento levantou quais eram os erros cometidos pelos acadêmicos em todas as edições do Enade em que o curso foi avaliado. “Então, conseguimos identificar que, às vezes, não era a falta de conhecimento, era a falta de familiaridade com certos tipos de questão. Ao mesmo tempo, conseguimos focar nas áreas em que eles já tinham um bom desempenho, onde já estávamos acima da média, ficamos mais acima da média ainda”, explicou Richard.

O curso também está se destacando em diversos outros segmentos. Prova disso é que a Unicentro foi a primeira universidade paranaense a receber o apoio do CUDA Teaching Center, um programa desenvolvido pela NVIDIA que dá suporte às instituições de ensino e centros de pesquisa que adotam a arquitetura CUDA C/C++ como parte de seu conteúdo acadêmico. De acordo com a professora Sandra Venske, todos esses resultados positivos mostram que o curso está se desenvolvendo e apontam para um futuro promissor. “A boa avaliação beneficiou a todos. Os alunos, que conseguiram uma nota boa e ficaram orgulhosos por terem se saído tão bem. O curso em si ganhou também. Afinal, mostra que mesmo um curso de uma universidade do interior do Paraná, pode se sair bem e que os alunos podem buscar aqui uma formação completa para atuar tanto na região, quanto fora”, finalizou.

Fonte: Coorc Unicentro

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