Novo avião da Swiss chega com fanfarra

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  • Dois caças F/A 18 acompanharam a chegada do Boeing 777-300ER na Suíça.

(Keystone)

    Dois caças F/A 18 acompanharam a chegada do Boeing 777-300ER na Suíça.

    (Keystone)

  • Chuveirada de boas vindas dos bombeiros do aeroporto.


(Keystone)

    Chuveirada de boas vindas dos bombeiros do aeroporto.

    (Keystone)

  • A entrega bem sucedida merecia uma chegada digna de campeões.


(Keystone)

    A entrega bem sucedida merecia uma chegada digna de campeões.

    (Keystone)

  • Os aficionados por aviões não perderiam isso por nada nesse mundo...

(Keystone)

    Os aficionados por aviões não perderiam isso por nada nesse mundo…

    (Keystone)

Vindo diretamente dos Estados Unidos, o novo avião da Swiss International Air Lines aterrissou nesta sexta-feira, 29 de janeiro, em no aeroporto de Zurique-Kloten, escoltado por dois caças e acolhido por fãs da aviação, imprensa e muitos convidados.

A companhia aérea Swiss encomendou nove Boeings 777-300ER, que irão substituir a frota de Airbus A340. O avião deu um voo rasante, escoltado por dois F/A 18 da força aérea suíça, antes da aterrissagem. O piloto acenou com uma bandeira suíça da janela da cabine e o avião foi recebido por um comboio do corpo de bombeiros do aeroporto.

O Boeing 777-300ER pode transportar 340 passageiros, 121 a mais do que o A340. Se na primeira e na executiva os assentos são mais espaçosos do que no A340, os passageiros da classe econômica vão ficar ainda mais exprimidos. A distância entre os assentos é de um pouco menos de 79 cm, ou 2,5 cm menos do que no Airbus. A Swiss, no entanto, promete mais espaço para as pernas, graças a uma "melhor construção e geometria do assento". Uma nova tecnologia do revestimento também deve aumentar o conforto.

Cada fileira da classe econômica terá dez assentos, divididos em 3-4-3. Além disso, as telas de cada passageiro são de 27 cm, contra 22 para o A340.

O avião americano é mais rápido do que o europeu e tem maior autonomia. Melhorias em termos de peso, motores e aerodinâmica permitem que ele consuma 23% menos combustível por passageiro. O 777 voará entre Hong Kong, Los Angeles e Bangkok e alguns voos para São Paulo, São Francisco e Tel Aviv.

Maiores, os novos aparelhos também exigem mais pessoal. Assim, cerca de 360 novos postos de trabalho serão criados nos próximos anos.

Adaptação: Fernando Hirschy, swissinfo.ch com agências

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