A rotina de violência das milícias femininas do grupo EI

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Parte das mulheres que integram o Grupo Estado Islâmico na Síria e no Iraque compõe a violenta polícia islâmica criada pelos jihadistas para controlar as próprias mulheres. Segundo relato de uma refugiada síria que hoje vive na França, as brigadas punem mulheres consideradas “bonitas demais” ou que pintam as unhas. A rotina feminina no autoproclamado califado ainda inclui a criação das crianças, expostas a cenas cotidianas de decapitação.

Fonte: Rádio França Internacional

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